quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Tom de Voz Waits
Thomas Alan Waits (7 de dezembro de 1949). Discretamente ele foi invadindo minha vida e quando dei por mim já era sua fã. Ele foi chegando disfarçado, pode ter sido o desfile por vários estilos como Rock, Blues, Jazz, sua excentricidade musical ou até quem sabe o chapéu. Só sei que gosto!
Tom Waits não é somente um cantor de voz rouca, ele é um músico incomparável, com letras inesperadas e melodia brilhante! Seu ritmo unido ao tom de voz faz você esperar pela chegada de alguém como Louis Armstrong, mas para total confusão dos sentidos entra um Leprechaun. Incrível!
Ser artista sempre foi seu destino. Se não houvesse se destacado tão grandemente na música, pode ter certeza que isto aconteceria no cinema. As personagens que interpreta são tão intempestivos quanto sua música e é provável que ao convidá-lo para um Coffee and Cigarette tenha algumas surpresas.
............................................................Livia Ulian
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Centauro de Duas Cabeças

sábado, 3 de dezembro de 2011
Centauro Saltador
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Sergey Nazarovitch Bubka (Voroshilovgrad, 4 de dezembro de 1963) foi um atleta ucraniano especializado em salto com vara. É o maior saltador com vara de todos os tempos, seu recorde continua valendo até hoje.
Na sua carreira são as seis vitórias consecutivas no Campeonato Mundial de Atletismo, a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 1988 e a quebra de 35 recordes mundiais de salto com vara (17 ao ar livre e 18 em recintos fechados).
Sua primeira medalha olimpica foi em Seul. Quanto aos campeonatos mundiais de atletismo venceu seis vezes consecutivas: Helsinque 83, Roma 87, Tóquio 91, Stuttgart 93, Gotemburgo 95 e Atenas 97.
Resuminho
• 1983 - Ganha o Mundial de Helsinki aos 19 anos
• 1984 - Quebra o recorde mundial pela primeira vez, saltando 5,85 m
• 1985 - Torna-se o primeiro homem a ultrapassar a marca dos 6 m
• 1988 - Conquista a sua única medalha olímpica, ouro em Seul
• 1994 - Quebra pela 35ª vez o recorde mundial outdoor, saltando 6,14 m
• 1995 - Quebra o recorde mundial indoor, saltando 6,15 m
• 2001 - Abandona o atletismo aos 37 anos
Quer mais???
...............................................................Livia Ulian
Jean-Luc
Jean-Luc Godard (Paris, 3 de Dezembro de 1930) é um cineasta franco-suíço reconhecido por seu cinema vanguardista, polêmico, inesperado, ágil, original e provocador. UFA.... Um genuíno anarquista! Sendo considerado um dos cineastas da Nouvelle Vague, gera uma ruptura com o cinema de estúdio, incorpora estilos da Pop Art a sua obra que expressa um romantismo, na minha opinião, quase Noir.
"O cinema não é um ofício. É uma arte. Cinema não é um trabalho de equipe. O diretor está só diante de uma página em branco."
............................................................. Livia Ulian
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Heroína
Lucy Alexis Liu (Nova Iorque, 2 de dezembro de 1968) é uma atriz norte-americana, filha de imigrantes taiwaneses. Dizem que ela fez o primeiro episódio de Barrados no Baile em 1991, eu não lembro, mas eu lembro dela no Hércules. Chorava de rir com a Ling Woo na Ally Mcbeall e quase senti os golpes em Kill Bill.
A impressão que tenho da Lucy Liu é que ela faz tudo, que ela realmente luta, que pula de pára-quedas, que sabe atirar (inclusive facas), que é uma tremenda espadachim, que pilota qualquer coisa... Aliás me parece que o Charles e o Bosley aprenderam tudo com ela. Se ela não é nada disso, alguém me conte, porque pra mim ela é quase o Van Damme com a voz do Mestre Víbora.
............................Livia Ulian
Comédia
Bette Midler (Honolulu, Hawai, Estados Unidos, em 1° de dezembro de 1945). Existem coisas que a primeira vista parecem ferir os princípios da física moderna. Meu conceito de espaço quase se esvaiu quando eu descobri que a Bette Midler é Hawaiana. Gente ela é 5-0, da terra do McGarrett, como assim? Se eu tivesse que responder a um questionamento deste tipo em praça pública, diria que ela é nova-iorquina. Tô chocada!Minha primeira vez com Bette deve ter sido como a de todo mundo, isto é, A Rosa. Que filme maravilhoso! E para olhos e ouvidos destreinados como os meus uma excelente dublagem. Essa informação só foi corrigida anos depois, quando alguma boa alma resolveu me ajudar e dizer que era a voz dela mesmo! Calma, voltemos e assistamos ao filme novamente. Uau, Como elas cantam!
Normalmente quando procuramos informações de algum figura pública, sua biografia começa com sua data e local de nascimento além de sua profissão. Ao buscar por informações para escrever este texto descobri que Bette Midler é tida sempre como cantora, atriz e comediante. Opa, essa separação é mas que importante é vital, pois conheço uma série de atores que se julgam comediantes e que realmente são um tédio, um desfile de moda da estação passada.
........E existem pessoas, como a Sra Midler, que nasceram para fazer comédia... ou cantar, ou interpretar, ou dramatizar........
Saudações
..................................................Livia Ulian
Sem Estilo
Sir Ridley Scott, (Reino Unido, 30 de Novembro de 1937) é um Diretor e Produtor de filmes.Normalmente o diretor tem uma maneira de trabalhar que o caracteriza. No no caso de Sir Ridley Scott, creio que a ausência de estilo é sua marca registrada. Fico embasbacada cada vez que descubro que um filme é dele. Parando para pensar nisto, entendi que dois dos filmes que mais gosto além de terem sido dirigidos por Ele, também demonstram essa "falta de estilo" - Blade Runner (com ou sem explicações) e Alien o Oitavo Passageiro. Estes filmes devem ser daqueles para levar pra tal da Ilha deserta junto com os 10 livros, 10 séries, 10 homens...
Diferente de outros diretores ele acaba caindo nas graças de todas as pessoas por este ou aquele trabalho. Por exemplo eu destesto Thelma e Louise e a minha amiga Malu adora. E para aqueles que não gostam de nenhum filme do R. Scott, podem tentar a série de TV Numb3rs, que é estatisticamente uma das melhores dos últimos tempos.
Múltiplas Saudações
......................................................Livia Ulian
Obs.: estamos trabalhando ininterruptamente para levar energia elétrica para a Ilha, só não esqueça de baixar os filmes no iTunes.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
The Inklings
Sir Clive Staples Lewis (29 de Novemdor de 1898 – 22 Novembro de 1963). Mentes brilhantes, por menos que eu as entenda, sempre foram o meu fraco. Neste mês de homenagem aos filhos de Zeus, não podia deixar de lado um dos caras que me ensinou a criar mundos e contar histórias. Quando eu falo me ensinou até parece que o ser aqui foi sua aluna de Literatura Medieval em Cambridge, ou que fiz parte da turminha em The Master and Fellows of the College of the Great Hall of the University, vulgarmente conhecido por University of Oxford, se é que isso pode ser considerado vulgar.Nada, se sei alguma coisa, o que por vezes desacredito, foi porque li, me envolvi e pensei em virar a personagem ou até absorvi algo dela. Deve ter sido uma loucura estudar com Lewis e Tolkien e os outros malucos que passavam as noites criando mundos e linguas. Quem disse que as noites não foram feitas pra sonhar?!
Esse mundo de sonhos quase ofende a criação de tão elegante, é puro, é digno e o mocinho é sempre o vencedor, tão diferente de tudo que vemos hoje. Em uma coisa eu acredito, se o Lewis, o Huxley e o Kennedy fizeram uma conferência teológia para tentar entender Deus e o mundo Cristão, os dois primeiros foram levados de volta às origens e a bruma talvez um dia possa se abrir novamente.
............................................................ Livia Ulian
domingo, 27 de novembro de 2011
Don't You
Judd Asher Nelson, atualmemte me preocupa qualquer pessoa que tenha nascido no Maine (28 de novembro de 1959), nem imagino o porque!Judd é um ator norte americano. A bem da verdade só lembro de um filme seu, filme este dirigido pelo John Hughes, mas eu adoro e tenho o filme e a música tema é Don’t you (Simple Minds).
O John Bender é a melhor interpreteção do rebelde com causa daquela geração. Simplesmente perfeito.
O Filme: The Breakfast Club, de 1985 ou conhecido no Brasil como O Clube dos Cinco!
Forget about me
...................................................Livia Ulian
O Pai do Corvo....
Lee começou a ensinar artes marciais nos Estados Unidos em 1959. Ele dava aulas de Jun Fan Kung Fu, ou seja, Kung Fu de Bruce Lee. Eram basicamente as técnicas do Wing Chun, com algumas idéias de Lee. Ensinou diversos amigos que se reuniam em Seattle e abriu a sua primeira escola de artes marciais, com o nome de Lee Jun Fan Gung Fu Institute, em Seattle.
Antes de fundar o estilo Jeet Kune Do, os estilos do luta praticados por Bruce Lee eram:
• Wing Chun
• Choy Lay Fut
• Boxe
• Esgrima
• Judô
• Tang lang quan (do sul)
• Jiu Jitsu
• Hsing-I Chuan
• Taekwondo
• Wrestling
Dá pra entender porque ele enfatizava que seu estilo era: "o estilo sem estilo".
E tem gente por aí que se acha... hahaha
Shé Sagitariana
..................................Livia Ulian
sábado, 26 de novembro de 2011
Acid Queen

Anna Mae Bullock, (Nutbhsk, 26 de Novembro de 1939) hoje ela completa 72 anos...Sim 72, incrível né... E nossos ídolo ainda são os mesmos... Parabéns Tina Turner
Ah mas você nem gosta muito dela, mas então saiba, que não tem Cyndi Lauper, Madonna, Amy Winehouse, Lady Gaga ou qualquer outra sem ela... Nos Anos 1980 foi chamada de a Rainha do Rock, e nos 90 de a Rainha do Pop, com sua voz inconfundível, usando graves e os agudos como ninguém, seus shows incríveis e uma presença de palco de dar inveja ao Tyler, Tina Turner é a cantora de rock mais bem sucedida da história!
E nunca poderemos esquecer que The Acid Queen (Tommy) e Auntie Entity (Mad Max Beyond Thunderdome), tiveram seus dias Tina.
Grande Sagitariana
...................................................Livia Ulian
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Khan

Ricardo Gonzalo Pedro Montalbán Merino (Cidade do México, 25 de novembro de 1920 — Los Angeles, 14 de janeiro de 2009) foi um ator mexicano.
Estive pensando na repetida cena do Tattoo gritando “O Avião, O Avião”, seguida daquela mesma tomada do avião descendo e Dom Ricardo dizendo: Sejam Bem Vindos a Ilha da Fantasia, eu sou Roarke seu anfitrião. Esta seria a maior lembrança que eu teria de Ricardo Montalbán se não fosse o Khan.
O Khan Noonien Singh do episódio "Space Seed" não era burro, na verdade ele tinha o tal do Intelecto Superior (e força também), mas acho que Ceti Alpha 5 não fez bem pra sua saúde, deve ter entrado areia no cérebro, por que ele voltou irado. E ele e só ele, leva a culpa pela morte do Spock. Imperdoável!
Então quando a "Princess Angelina Contessa Louisa Francesca Banana Fanna Bo Besca, The Third", também conhecida como Dot dos Animaniacs, o chama de Ricardo Montalbán Peito de Pombo, eu tenho que morrer de rir...
Saudações Sagitarianas
........................................................... Livia Ulian
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Toulouse-Lautrec

Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa (Albi, 24 de Novembro de 1864 — Saint-André-du-Bois, 9 de Setembro de 1901)
Um pintor pós-impressionista e litógrafo francês, quem já esteve na minha casa deve ter notado a cópia de uma de suas gravuras. Não, não é Jane Avril nem a Tournée du Chat Noir!...
Sempre gostei de Lautrec porque o percebo diferente de tudo. Claro que ele era boêmio como a maioria dos artistas e morar em Paris não ajuda você a tomar o rumo de casa cedo, mas morrer sifilítico e alcoólatra é muito século XIX...
Mesmo eu, que detesto anis, sempre me acabo em Terremoto no dia 24 de Novembro em sua homenagem.
Impressões Sagitarianas
...............................................Livia Ulian
Boris Karloff
Boris Karloff é o nome artístico de William Henry Pratt, nasceu em Dulwich, Londres em 23 de novembro de 1887 e se foi em Sussex no dia 2 de fevereiro de 1969.
Aprendi a gostar de assistir filmes de terror com ele! Genial...
Ele é, e sempre será Meu Primeiro Frankenstein, aquele preto e branco de 1931. Mas existe outro, o Dr Frankenstein de Mad Monster Party que me divertiu tanto...
Saudades Sagitarianas...
..........................................................Livia Ulian
Aprendi a gostar de assistir filmes de terror com ele! Genial...
Ele é, e sempre será Meu Primeiro Frankenstein, aquele preto e branco de 1931. Mas existe outro, o Dr Frankenstein de Mad Monster Party que me divertiu tanto...
Saudades Sagitarianas...
..........................................................Livia Ulian
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Se não Bastasse o Merlin é careca!

Preciso entender onde a aprazível criatura que concebeu a estória da série Camelot tem suas fontes.
No meu mundo, real ou imaginário Morgana das fadas é filha de Igraine e do Duque da Cornualha (claro que não é o atual), e meia irmã do Arthur, aquele que traiu a antiga religião e resolveu procurar um cálice que poderia estar em Glastonbury, nos Pirineus ou em Gênova. Muito me interessa saber de onde vem a versão onde ela é filha de Uther, o Pendragon e quem é a mãe da fadinha... Estamos em uma situação de pais trocados!?
Já no segundo capítulo encontrei coisas piores, ou melhores... A Morgana se oferece pra casar com Lot em uma especie de pacto sinistro (vale ressaltar que o Lot é MARAVILHOSO), e depois ele é morto pelo pai adotivo do Arthur. Também não posso esquecer de dizer que Lot é o assassino da mãe adotiva do Arthur... Pare agora, me pergunte: Quem será o pai adotivo do filho bastardo do Arthur com a Morgana, ou seja, o que vai ser do Gwydion Medraut? Será ele criado pelas freiras de Glastonbury?
Pensa que acabou por aqui? De modo algum.... Morganinha tem um relacionamento noturno fantasmagórico com um ser brumoso que surge e ressurge. Somente ela o vê e compreende sua linguagem esfumaçada. O que preocupa neste momento? A possibilidade desse ser se converter em Viviane, a grande Senhora do Lago ou ainda que Viviane não apareça na estória. Mas poderá ser pior - poderia ele se transformar na fumaça negra de LOST?
Quase ia esquecendo de Excalibur - o Merlin careca disse que é a espada de ARES... nessa hora perdi a fala. Para ser mais fiel ele diz: A espada do Deus Marte Romano... Quer saber, nem Xena ia suportar isso!
Prometo tentar heroicamente assistir aos próximos capítulos para ver aonde isso tudo vai dar. Mas confesso que só me aproximei da série por causa do Lot e agora que ele está morto, meu interesse foi pro Tártaro...
Livia Ulian
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Complexo Vampírico!

Como todos sabem, tenho predileção por séries e principalmente se o tema for vampirismo... A essa altura do campeonato ninguém suporta mais os Cullens, nem minhas sobrinhas. Essa estória de brilhar ao sol, comer o leão da montanha e passar a Eternidade na escola é no mínimo ausência de argumento... Argh saída impreterivelmente pela Esquerda!
Ainda não consegui assistir a um capítulo de “True Blood”, acho que a culpa é de “Blood Ties”, gostei muito do Henry... mas uma hora isso se resolve – tenho certeza que mais dia menos dia acabarei assistindo TB, mas advirto já... tenho minhas dúvidas se vou gostar!
Para compensar tudo isso me ocupo vendo “Vampires Diaries”. Apesar de querer fatiar o Stefan em um micrótomo, eu assisto a série bem feliz. Por curiosidade eu fui ler os três livrinhos iniciais, além de mal escritos a estória é bem diferente – o argumento central é o mesmo, isto é, quem fica com a pentelha da Elena. O Stefan permanece um chato e o Damon continua sendo o único vampiro por definição. E a bruxa da série então, é uma babaca preconceituosa e por este motivo deveria ser queimada em praça pública. Mas mesmo assim eu assisto!
Foi pensando nisso e indo e voltando na primeira cena do episódio de estréia da série que deparei com um maldita pergunta. De quem é o anel? Stefan, Damon ou de outro vampiro que use este tipo de fetiche? Como que anel? Aquela droga de anel que aparece no dedo do vampiro que afortunadamente matou os pais da pentelha da Elena...
Minha torcida é para que tenha sido o chatíssimo Stefan... gente que cara pentelho! Só sendo um assassino cínico, dissimulado, fingido, frio, calculista, mentiroso, psicótico entre outras coisinhas, ele poderia ser eximido da culpa de transformar nossa morte-vida em uma pieguice incomensurável...
Vou continuar sem gostar daquele idiota, mas pelo menos ele não precisará nos envergonhar sendo mais um Cullen...
Livia Ulian
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Childe Roland a Torre Negra Chegou!
Anos depois de tudo começado e agora terminado, resolvi ler a Torre Negra... Mr King abre mais portas que a própria percepção e quer pintá-las de preto. Eu não fiz as contas, mas devem chegar a cinco mil páginas. Outro dia parei na faixa de pedestre para atravessar a rua e fiquei pensando que esta situação corriqueira, quase automática, MUDOU...
Da mesma maneira que fui obrigada a Ler "A Criatura na Soleira da Porta" por causa da Anne Rice... fui buscar Robert Browning...
I
Primeiro pensei: ele mentiu a cada sentença
O coxo encanecido, com olhos cheios de malícia
Ávidos por ver nos meus de sua mentira a perícia
E com a boca sem conter a alegria intensa
Que repuxava seus cantos na crença
De que o predador outra vez se sacia.
II
Qual outro seria o intuito, com seu cajado?
Qual senão emboscar e laçar os andarilhos
Que porventura o encontram pelos trilhos
E vêm pedir direção? Que risada má eu teria escutado,
quem deixaria meu epitáfio marcado
por diversão nos terrosos caminhos,
III
Se ao seu conselho eu devesse me desviar
Para aquele curso sinistro que, é sabido,
Esconde a Torre Negra? Porém eu, de boa-fé imbuído,
Tomei o indicado caminho, sem orgulho demonstrar
Nem esperança rediviva ao ver o fim se aproximar,
Mas sim gratidão pela idéia de algum fim existir.
IV
Pois, se depois de o mundo todo vagar
Se na minha busca ano a ano estendida
Minha esperança tornou-se uma sombra encardida
E incapaz de com o gozo ruidoso da vitória lidar,
A festa no meu coração eu mal pude refrear
Quando este entreviu a batalha perdida
V
Assim como um doente à beira da morte
Já parece morto, e pressente o pranto fatal,
e recebe de todos a despedida amical,
E escuta ao longe a saída de outro consorte
Para respirar lá fora, (não se muda a sorte,
ele diz, e o pesar não se alivia com o golpe final)
VI
Enquanto outros debatem junto às covas
Se há espaço para o caixão e que hora
É a mais apropriada para levá-lo embora,
Sem esquecer dos estandartes, hinos e estolas,
O homem ouve cada uma dessas estórias
E, respeitando tanta candura, quer partir sem demora.
VII
Assim, já sofro há tanto nessa jornada
Já ouvi do fracasso o vaticínio e a confirmação
Para tantos e tantos companheiros da Afiliação
de cavaleiros que da Torre Negra atendem a chamada,
Que falhar como eles me pareceu a coisa acertada
E a única dúvida era: não seria essa minha função?
VIII
Tão quieto quanto o desespero eu dei as costas
àquele coxo odioso, abandonando sua via
e adentrando o caminho apontado. Todo o dia
havia sido lúgubre, e as sombras, sobrepostas,
fechavam-se a minha volta, mas uma olhadela torta,
rubra e carrancuda, ele lançou à planície todavia.
IX
Por Deus! Logo assim que me encontrei
Jurado à planície, após não mais que uma passada,
Parei para um último olhar à segurança da estrada
E nada mais havia, só a planura cinza avistei
Nada senão a vastidão sob o céu do astro rei.
Sem mais a fazer, decidi seguir caminhada.
X
Assim, fui adiante. E creio nunca ter visto
Natureza tão miserável e ignóbil, onde nada medra:
Pois as flores - ou mesmo um cedro entre a pedra,
Embora murchando como pela sua lei previsto,
Mesmo no abandono perduram, pensaria você;
Descobrem-se tesouros quando a casca quebra.
XI
Mas não! Penúria, feiúra, inércia
Em condição estranha está essa parte da terra
"Veja, ou feche os olhos", a Natureza berra
"Não há escapatória: ela é de todo néscia,
Só o fogo do Julgamento Final trará a panacéia,
Calcinando o chão e livrando os presos que ele cerra."
XII
Se havia ali alguma ressequida haste de cardo,
Seus colegas não se achavam, e o talo estava decepado.
O que fez aqueles buracos e rasgos no folhado
escuro e duro da bardana, tão machucado
que era impossível pensá-lo regenerado?
Era preciso que um bruto as tivesse pisoteado.
XIII
Quanto à relva, era como o cabelo escasso
Dos leprosos; magras lâminas secas na lama
Que parecia ter por baixo uma sangüínea trama.
Um cavalo cego e rijo, ossos à vista, lasso,
Parava ali, estúpido; havia chegado àquele pedaço:
Rebento que o garanhão do diabo não reclama!
XIV
Vivo? A meu ver poderia muito bem já ter partido,
Com seu pescoço rubro, descarnado e macilento.
E os olhos fechados por sob o pêlo bolorento;
Nunca o grotesco andou à desgraça tão unido;
E jamais senti por criatura ódio tão ardido:
Ele deve ser mau para merecer tal sofrimento.
XV
Fecho meus olhos, e os volto para o meu coração,
Como um homem que pede vinho antes de lutar,
Visão mais feliz, de outro tempo, eu quis saborear
Para ficar mais apto a encarar minha missão.
Pensar antes, lutar depois, eis do soldado o bordão:
Um vislumbre do passado pode a tudo acertar.
XVI
Mas não! Imaginei de Cuthbert a face corada
Em meio a seu adorno de cachos dourados,
Querido amigo, eu quase o senti laçar meus braços
Para me colocar a postos na caminhada
Como ele sempre fez. Ai, noite desgraçada!
O fogo no meu coração se apagou, deixando-o gelado.
XVII
Giles então surge - ele que é da honra a alma,
Leal como há dez anos, quando tornou-se cavaleiro
Capaz de ousar tudo que ousaria um homem verdadeiro
Mas - argh - a cena se modifica! Um carrasco infama
seu peito com um aviso que para todos informa:
Desprezado e amaldiçoado; traidor rasteiro.
XVIII
Do que um passado assim, melhor este presente
Que eu volte então para meu caminho triste
Nenhum som, nada que se veja ao longe em riste.
Aparecerá morcego ou coruja após o poente?
Perguntei quando algo na planície descrente
capturou e dominou meu pensamento num despiste.
XIX
Um súbito córrego atravessava meu caminho
Veio tão inesperado quanto uma cobra
Sem o lento escorrer que a atmosfera desdobra
Poderia ser um banho, com seu burburinho,
Para o casco do demônio, a ver seu redemoinho
Negro borbulhar com espuma e faísca rubra.
XX
Tão pequeno e ao mesmo tempo tão mau
Amieiros o cercavam, rasteiros e mirrados;
Salgueiros afundavam-se e afogavam-se desesperados
Numa síncope muda, num atropelo mortal:
Quem os destruiu foi esse carrasco manancial,
E, fosse ele o que fosse, fluía sem ser desviado.
XXI
Bom Deus, ao adentrar seu leito, quanto medo
De pisar o rosto de algum cadáver humano,
A cada passo - tateando com um ramo
A cata de buracos - seus cabelos entre meus dedos.
Um rato-d'água talvez tenha por acaso lancetado,
Mas, argh, parecia o grito de um menino.
XXII
Estava feliz quando cheguei ao outro lado.
Agora terras melhores me esperam. Vã esperança!
Quais foram os contendores? Qual foi a matança?
Que trotar selvagem pôde fazer desse solo molhado
Um atoleiro? Sapos em um tanque infectado
Ou gatos selvagens numa cela em incandescência –
XXIII
Assim deve ter sido a luta naquela arena decadente
O que os trouxe até lá, se tinham toda a planície?
Nenhuma pegada na direção daquela imundície
Nenhuma dela se afastando. Alguma poção demente
Agiu em seus cérebros, sem dúvida, como no da gente
Escrava - judia e cristã - que o turco atiçava por malícia.
XXIV
E além de tudo - a uma milha -, o que era aquele achado?
Para que mau intuito servia aquela máquina, aquela polia -
Um travão, não uma polia -, aquela grade que fiaria
Corpos humanos como se fossem seda? O ar desonrado
Dos rituais de Tophet, na terra perdido, ou invocado
Para afiar o enferrujado metal da sua gradaria.
XXV
Então uma terra de galhos, que um dia foi floresta;
Depois algo como um pântano; e agora apenas terra dura
Desesperada e acabada (um tolo encontra ventura,
Faz algo e em seguida o destrói, seu humor desembesta
E ele o abandona!). Por dez ares, chão que cresta,
Lamaçal, seixos, areia, e uma esterilidade negra, impura.
XXVI
Agora, pústulas inflamam-se em cor forte,
E medonha. Agora, remendos onde a aridez do chão
Tornou-se musgo, ou substâncias em ebulição;
Surge então um carvalho, e nele há um corte
Como uma boca distorcida que cava seu porte
Num bocejo para a morte, morrendo em seu repuxão.
XXVII
E tão longe como nunca o fim se afigura!
Nada no horizonte senão a noite, nada
Que direcionasse adiante minha passada!
Isso pensei, e surgiu um pássaro de imensa negrura
Amigo de Satã, a asa de dragão, na largura,
roçou meu gorro - talvez esta fosse a guia procurada.
XXVIII
Ao olhar para cima, apesar do anoitecer,
Vi com mais clareza. A planície dera lugar
às montanhas que a cercavam - nome muito invulgar
Para meras alturas feias e montes a não mais ver.
Como poderiam elas ter-me surpreendido, tente esclarecer!
Como vencê-las também não era fácil deslindar.
XXIX
Mas ainda assim, pareci reconhecer certo truque
Do qual fui vítima, Deus sabe quando -
Talvez em um mau sonho. Aqui estava terminando
O progresso por este caminho. Quando fiz que
desistia, mais uma vez, soou um clique
Como o de um alçapão atrás de mim se fechando.
XXX
Veio a mim de imediato, como fogo em um milharal,
Era este o lugar! À direita, esses dois morros, agachados,
como dois búfalos com os chifres enganchados;
Enquanto à esquerda, uma montanha alta... Boçal,
Imbecil, vacilar logo na hora mais crucial,
Você que treinou uma vida para ter olhos afiados!
XXXI
E se a própria Torre estivesse no centro? Redonda
e atarracada, cega como um coração rasteiro,
Feita de pedra marrom, sem igual no mundo inteiro.
O elfo, caçoando da tempestade que o ronda,
Aponta ao timoneiro o banco que ninguém sonda.
Ele aporta, por pouco não rompendo do casco o madeiro.
XXXII
Não vê-la? Talvez por conta da noite? - se o dia
Ressurgiu para isto! E antes de partir novamente
O poente brilhou por uma fenda rente:
As colinas, como gigantes caçadores na tocaia,
Esperando que a presa na armadilha caia -
"Agora ataquem e matem a criatura, inclementes".
XXXIII
Não ouvi-la? Com tantos sons à volta! O ribombar
dos sinos cada vez mais alto. Nomes nos meus ouvidos
Todos os aventureiros, meus companheiros perdidos -
Como, se um era tão forte, outro de tão corajoso bradar,
Outro tão afortunado, como foram perdidos acabar?
Um instante trazia tantos anos de sofrimentos renascidos.
XXXIV
Ali estavam eles, pelos lados dos montes, unidos
Para assistir meu fim. Eu, uma moldura animada
Para mais um quadro! Numa súbita labareda
Eu os vi e reconheci a todos. E, destemido,
Deixei meus lábios formarem um bramido:
"Childe Roland à Torre Negra chegou", foi minha chamada.
Alguém Traduziu e eu gostei.............. Livia Ulian
terça-feira, 9 de março de 2010
Gagueira Temática
Faz um tempão, um de meus amigos desenvolveu a expressão Gagueira Temática. Acho que foi o Humberto, mas realmente não posso afirmar com certeza – o que posso dizer da época é que jogávamos RPG na garagem do James, regado a “fandangos” com “KAS guaraná pêssego”. Sei que nossa cardápio não merece comentários, mas aconteceu!De uns tempos pra cá, estamos sendo invadidos por um exército de vampiros literários, parece que ninguém tem mais nada pra escrever que não gire em torno dos grandes caninos brancos. Pra quem não gosta deste tipo de literatura, está lascado, pois as rodinhas de bate-papo diversas vezes vão nessa direção.
Desde o livro Drácula do irlandês do Bram Stoker (1897), do filme Nosferatu (1922) de Murnau baseado no mesmo romance ou até o redundante Conde Drácula interpretado exaustivamente por Christopher Lee (1958 a .....), nunca tivemos tantos vampiros andando a luz do dia.
Se não me falha a memória, Anne Rice foi a primeira a criar uma sociedade vampiresca – antes o vampiro era um ser solitário ou tinha noivas. Ela nos contou a estória destes vampiros em suas inúmeras Crônicas Vampirescas. Sob a linhagem literária de Lestat de Lioncourt e seus dramas psicológicos, conhecemos o mundo dos vampiros que margina a própria história humana.
Não menos importante, mas muito diferente, o RPG Vampire desenvolveu uma estória vampírica de extrema riqueza, criou os Clãs, a Camarilla, o Sabbat, os Antediluvianos, etc. Nod nos deu a linhagem e a Gehenna um propósito existencial. Transformando a não-vida do Vampiro numa aventura romanticamente interessante!
Confesso que até o momento não li nenhum dos vampiros do Stephen King. Tenho um pouco de receio de ler e descobrir que odeio, pois até hoje gostei de tudo que li do mestre. Mas um dia crio coragem e resolvo isso!
Há aproximadamente um ano e meio ganhei o primeiro livro dos vampiros da Stephenie Meyer e tive que ler as outras três seqüências para conseguir chegar ao final. Fiquei frustrada, pois esperava muito mais das aproximadas mil páginas.Tive alguma dificuldade com a pele brilhando ao sol como minúsculos diamantes, mas o que é realmente indigesto é o fato da família Cullen se alimentar de animais. Neste mundo que está tentando se voltar para o ecologicamente correto, que tem o Greenpeace lutando pelas raças em extinção e pelos animais maltratados, onde a caça é proibida ou discriminada, aparece alguém achando que os animais são menos importantes que o homem. Por quê eles não criam vacas da mesma maneira que os matadouros fornecem carne? Assim pelo menos ficariam dentro da lei! Mas daí cadê o charme de ser um assassino?! É este o aprendizado que o livro trás, então por favor, não façam política ou finjam consciência, me poupem de hipocrisia. A verdade é que os Cullen podiam ser parentes até do Homem-Aranha, não havia necessidade alguma de serem vampiros.
Minha última aquisição é um livro chamado Noturno. Que salada! Este livro trata de um vampiro do tipo feio, fétido e imundo. O autor dá explicações médicas para a transformação e chega a dizer que é um vírus do velho continente. Muito bem, este vírus a certa altura da narração produz vermes no sangue humano, que perde a pigmentação vermelha ficando branco – sabe o andróide do Alien o Resgate? Então algo parecido! Se o livro fosse dirigido por alguém, diria que poderia ser John Carpenter. Dentre as explicações médicas e a descrição da transformação dos órgãos internos, o fato de crucifixos, alho e água benta serem mitos - o que mais chamou minha atenção foi: Se o autor reduziu tudo a ciência, poderia explicar porque o vampiro dele também não consegue atravessar grandes massas de água como o Drácula, sem a ajuda humana.
Só sei dizer que isso não acabou... Ainda teremos vampiros literários totalmente equivocados, de imaginação capenga.
Quanto a mim, conheço um sebo bem legal.
...............................................................Livia Ulian
sexta-feira, 24 de julho de 2009
De César a Leonard!
Não sei o que será feito daqui pra frente da tripulação! Só tenho dúvidas...
Fico imaginando porque o Spock se auto-aconselhou a ser mais ou menos lógico. Deixar ou não os sentimentos tomarem conta, o que será que ele quis dizer? Ser lógico o transforma em uma pessoa mais feliz ou menos? Vulcano ou Romulano? Você ainda seria seu amigo se ele mudasse em essência? Mentir ou Exagerar? e por fim, o que fazer da Uhura?
Quem é esse Kirk órfão de pai? Ele é confiável? Como seu caráter foi formado? Será ele um bom capitão para a USS Entreprise? Isso o torna melhor ou pior? para quem? Aí está o grande problema, não conheço essa pessoa e não sei o que esperar dele.
Scott, Checov e Sulu, cada um tem personalidade embrionária e se um dia ela emergir na forma conhecida, Blessed Be!
Só o McCoy é perfeitamente duvidoso, como sempre. O melhor cara mal humorado de todos os tempos. Tão completamente confiável como pode ser uma pessoa passional ao extremo, que toma decisões, cientificamente baseadas em seus sentimentos humanos. Aquele que não sabe ainda, se prefere voar em uma nave ou ter suas moléculas espalhadas pelo tele-transporte, esse cara eu conheço. Certamente, ele é um Médico!
Alguém em meio a toda esta confusão de realidades venceu a grande barreira e chegou a nós inteiro. Assistindo ao Novo Começo eu não vi o Kirill do serviço secreto Russo, nem o Vaako que inveja o Riddick, ou o amaldiçoado César que tanto infernizou a vida da Xena e muito menos o Éomer com seus fieis cavaleiros, eu vi o personagem querido Leonard Horatio McCoy ser carinhosamente enlevado pelo ator Karl Urban.
..................................................................Livia Ulian
segunda-feira, 20 de abril de 2009
A Tempestade do Século!
Normalmente prefiro ler a assistir e raramente assisto sem ler, mas o Stephen King é um caso a parte.Comecei faz bastante tempo com “O Iluminado” e nunca consegui me recuperar. Li aquela obscenidade em quatro horas e se tiver que passar o inverno de “caseira” em um hotel, vai ser sozinha. Também acho insuportável aquele jardim tipo labirinto. Se você é um daqueles que acredita que as coisas nunca podem piorar quando já estão no fundo, é porque você não leu Mr. King e muito menos teve a idéia brilhante de assistir a um filme baseado em livro seu, protagonizado por Jack Nicholson. A tal da história de que um filme nunca é tão bom quanto o livro, neste caso, é mentira.
Não contente em sofrer uma única vez, adotei o autor e tenho sessões de tortura mensais, que traumatizam e me fazem ver o mundo de maneira diversa, por exemplo, nunca mais vou acreditar que São Bernardo é um cachorro bonzinho. Você acha que eu estou errada? Então conheça o “Cujo”, e se tiver preguiça assista ao invés de ler.
Multiplique essa situação por dois, imagine-se em uma estação de inverno, perdido na montanha e quem vem em sua salvação é um cão São Bernardo com aquele barrilzinho de rum...
Uma das únicas coisas que ele não conseguiu foi diminuir meu amor pelos gatinhos. Church era um gatinho lindo que foi injustamente ressuscitado por um médico inconformado. Os mortos devem ficar mortos e alguns vivos também! Já no caso dos palhaços a coisa muda de figura. Nunca gostei de palhaços, acho uma figura ressentida e que faz graça forçada (o Felipe mudou um pouco isso), mas daí ele gera o tal do IT. E tem mais, ciganos já não faziam parte do meu rol de queridos, porque acho que eles traíram Drácula, e para estragar de vez o moral desse povo, o tio inventa aquela “bendita” maldição. Bem pra quem tem uma amiga chamada Cristina casada com um Langolier, tudo é possível.... tenha dó né!
Quando tomei conhecimento que Mr. King estava escrevendo a Torre Negra resolvi esperar e só a partir do ano passado quando o sétimo e último volume foi publicado, comecei a ler. Simplesmente ia odiar descobrir no quarto volume que ele não escreveria o resto, por qualquer que fosse o motivo. Me mantive totalmente fora do assunto Torre Negra por anos a fio, quando as pessoas falavam nisso eu desaparecia, não queria saber o tema, não queria saber se gostavam. OUT...
Tem que admirar um ser vivo como esse, fiquei sabendo que ele é jogador de RPG! Mas é claro, é óbvio que este tipo de mente brilhante joga, ele tem que testar sua imaginação e relaxar. Obviamente os idiotas de plantão vão dizer que ele é louco, doente, infeliz e que as pessoas que jogam RPG também o são. Mas e daí essa gente também não sabe ler! Totalmente desprezíveis...
Mr. King, quando quiser estamos aí pra jogar. Só não sei quem vai ser o Mestre do Jogo... e não vou jogar no Maine, é um lugar muito perigoso!
...................................................................Livia Ulian
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